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Results for 'Yves-Alexandre de Montjoye'
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This article introduces some concepts that help exploring the ontological import of universal logic. It studies the notions of an antilogic and counterlogic associated to each logic and shows some of their properties. It presents the notion of galaxy, as the class of possible worlds compatible with a given logic.We explore some consequences of these developments.
Este ensaio estabelece uma comparação estética e fenomenológica entre os pensamentos de Yves-Klein e Merleau-Ponty. Se o pintor materializou as suas reflexões e concepções em obra pictórica, o fenomenólogo francês dissertou na escrita filosófica o resultado da sua reflexão. Da análise conjunta entre um e outro resulta esta fenomenologia e estética comparativa que apresenta alguns conceitos fundamentais que alimentaram essas reflexões, tais como a visibilidade, o corpo, o mundo. Assim, para além dessa comparação, este ensaio viabiliza o diálogo entre (...) ambos. Palavras-chave: Corpo. Mundo. Visibilidade. Merleau-Ponty. Yves Klein -/- Abstract:This essay establishes an aesthetic and phenomenological comparison between the thoughts of Yves-Klein and Merleau-Ponty. If the painter materialized his reflections and concepts in pictorial work, the French phenomenologist disserted in the philosophical writing the result of his reflection. From the joint analysis between one and the other, this phenomenology and comparative aesthetics results, which presents some fundamental concepts that fed these reflections such as visibility, the body, the world. Thus, in addition to this comparison, this essay enables the dialogue between both. Keywords: Body. World. Visibility. Merleau-Ponty. Yves Klein. (shrink)
Dans l’introduction de cet ouvrage collectif publié en mars 2003, Emmanuel Renault et Yves Sintomer exposent leur volonté de « rendre compte de l’actualité d’un projet [celui de la théorie critique] tout en mettant en perspective les débats ouverts par les œuvres d’Habermas et de Honneth » (p. 10). On peut dire qu’ils ont pleinement réalisé leur ambition : l’ouvrage qu’ils proposent ici est une synthèse très riche et très stimulante des derniers travaux en cours sur la théorie critique (...) et l’É.. (shrink)
Utilizo como texto de partida a escrita do filósofo francomagrebino, Jacques Derrida, em Esporas: os estilos de Nietzsche. Exploro porosidades entre literatura e filosofia, passando por metáforas náuticas e, em torno de um véu e de um guarda-chuvas esquecido, defendo que um significante, a “mulher”, pode ser lido como um nome de uma não-verdade da verdade e não sua verdade. Que isto pode implicar para a literatura em campo expandido? Aponta para linhas de fuga em relação a certa ideia positivista (...) de literatura, coloca sob rasura distinções binárias e modos mecânicos de leitura, colabora para a desconstrução do mito comunicacional e a exegese do sentido último. Exige outra corporeidade, outra formação de subjetividade, haja vista que o sujeito não é autônomo, as experiências são complexas e apontam para restos, uma sobra, a incerteza de saber. O que é a verdade, a mulher? Que significa um “eu esqueci meu guarda-chuva”, palavras, sozinhas, entre aspas, encontradas em fragmentos inéditos de Nietzsche? Uma citação, talvez. Um aforismo? Que quer dizer quando retirado de alguma parte de qual texto? Qual o sentido e o contexto desse enunciado? Por um lado, nunca estaremos seguros de o saber, porque algo resta como rastro e abala a hermenêutica supostamente segura de seu horizonte; por outro, convalida ser a literatura [em campo expandido] a coisa mais interessante do mundo, um certo lugar que nos convida a rasurar a tradição, um lugar em que tudo se pode dizer. (shrink)
Resenha do livro CERQUEIRA – NETO, Sebastião P. G. Da cientificidade de Milton Santos ao ativismo de Boaventura Souza Santos: uma proposta de geografia popular. Salvador: EDUFBA, 2020.
O presente artigo visa discutir a proximidade entre as concepções políticas de liberdade de John Rawls e Philip Pettit, e o arranjo político democrático que delas deriva. A primeira delas, de matriz teórica liberal, entende a liberdade como o primeiro dos princípios a ser realizado, anterior aos demais numa ordem lexical. Ela significa uma proteção, viabilizada pelo Estado, contra interferências alheias à vontade do agente em sua conduta. Já a última, de cunho republicano, consiste num status social de não dominação, (...) isto é, um estado perene de segurança contra intervenção arbitrária no agir do sujeito. Percebe-se, de antemão, a significativa similaridade entre os dois conceitos apresentados. Para além da semelhança óbvia, pretendemos construir uma sistemática de paralelismos e conexões que permita a compreensão de uma semiequivalência entre as teses dos dois autores, com algumas dessemelhanças a serem notadas, mas cujos projetos são mutuamente compatíveis. (shrink)
Eduardo Davi Oliveira, autor de livros como “Cosmovisão Africana no Brasil” e “Filosofia da Ancestralidade, é professor do Doutorado Multi-Institucional e Multidisciplinar em Difusão do Conhecimento. Ele nos concedeu a presente entrevista durante evento da Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB, intitulado “Corpo, Poética e Ancestralidade”, o qual ocorreu de 11 a 17 de Março de 2019, na cidade de Porto Seguro, Bahia. Nossa conversa foi atravessada por temas como epistemologia negra, saberes milenares do povo Bakongo, mitologia dos (...) orixás, a relação do autor com a Universidade e seu processo de escrita poética no livro “Xirê”. Torcendo para que a simpatia, o conhecimento e o gingado com os quais o professor de Filosofia nos atendeu, possam se apresentar aqui, desejamos a todes, boa leitura! À Eduardo, Adupé! (shrink)
O ensaio “Transcendência do ego – esboço de uma descrição fenomenológica” pode ser considerado o marco zero da identidade filosófica de Sartre. Tal afirmacão, como é de se imaginar, não se deve apenas às razões cronológicas – o primeiro texto propriamente filosófico e de larga visada escrito pelo autor.
Este livro é o resultado de três anos de debates entre estudiosos interessados em entender o modo como diferentes dimensões da vida podem ser lidas sob a perspectiva da moral. Afinal, embora este tenha sido sempre um tema importante para a sociologia e a antropologia, raros têm sido os esforços brasileiros para a realização de pesquisas empíricas nessa área. Considerando essa lacuna, os autores dos 22 ensaios que fazem parte de Pensando bem se concentram na discussão prática da moral tomada (...) do nosso cotidiano, privilegiando formas de ultrapassar a dicotomia entre abordagens preocupadas com o correto ou justo, de um lado, e aquelas preocupadas com o bom, de outro. (shrink)
This article presents as a reading guide for the chapter “Temporality”, from Being and Nothingness, by Jean-Paul Sartre. To carry out the task, however, he articulates two complementary moments. The first moment works as a construction of an angle of attack and a way of approaching the Sartrean text in question. In it, the preliminary conditions for reading and the elements of readability of the problem are given, making it possible for the reader to install himself, so to speak, in (...) the specifically Sartrean context of the question, thus offering the conditions for its reading, which also involves the way in which the theme is developed in previous investigations. In our opinion, it is these elements that, by providing analytical efficiency for reading the problem and clarifying the theme, make the text readable, a proof that is done in the second part of the article. (shrink)
O texto em questão apresenta o primeiro esboço de uma pesquisa mais ampla acerca da “Transcendência do Ego”, de J.-P. Sartre. Seu desenvolvimento, ora apresentado, pretende articular o sentido mais geral da fenomenologia de Husserlcom a aclimatação, algo abruta, feita por Sartre, no referido texto, da fenomenologia husserliana. Para isso, há que se levar em conta, parece-nos, tanto os problemas propriamente sartreanos que orientam seus interesses teóricos e a dita aclimatação, quanto os limites propriamente husserlianos para tal.
This article intends to present and compare two moments in which the problem of reflection and its direct antecedents are treated in Sartre's work. This comparison is expected to draw consequences on the problem of reflection as such and on the problems of interpreting Sartre's journey.
O presente texto explora a possibilida de de articular os vários elementos do corpus sartreano segundo um eixo por nós denominado realismo. Vale notar que aqui, realismo, igualmente problema, diz respeito à tendência estrutural das letras ocidentais para a representação da realidade. Entretanto, o sentido manifesto do artigo é menos definir este realismo e mais articular os elementos especulativos, críticos e literários sartreanos por dent ro, de modo a tornar evidente, contra as aparências e contra alguns críticos, a integridade do (...) projeto sartreano, a despeito das mais variadas frentes que explorou. (shrink)
Uma boa entrevista precisa de uma entrada? Necessitamos aqui, realmente de uma apresentação de nosso entrevistado? Se sim, seremos sintéticos, porque estamos convencidos de que importa a fala de Renato Noguera. Deixaremos que a entrevista diga “algo” sobre ele que não possa ser pinçado rapidamente de seu currículo lattes, produção bibliográfica, palestras e bancas de trabalhos acadêmicos, não sem dizer, contudo, que Noguera é daqueles pensadores que aproximam o conhecimento das pessoas. Não escreve e nem fala como se estivesse em (...) uma Catedral, engomado e asséptico. Noguera é pop: dá entrevistas em programas de televisão com a mesma competência com a qual orienta seus estudantes, desenvolve pesquisas e escreve livros. Já há algum tempo, Renato Noguera é sinônimo de produção inovadora que contraria o epistemicídio negro e rasura as lacunas da filosofia. Nosso entrevistado engrossa as reflexões presentes nesta edição da revista Odeere/UESB, cujo tema central é “Afrofilosofias e saberes diaspóricos: Filosofias pretas nas palmas das mãos”, questionando silêncios de uma ciência branca-cis-euro-hetero-usa-normativa, pouco comprometida com a luta antirracista e a equanimidade. A ele agradecemos por nos conceder um pouco de seu tempo, tendo a internet nos servido de elo. A você dedicamos este trabalho, convidando-a a trilhar um percurso de leitura, o qual, se estivermos de acordo, apresentará: i) reflexão e avanço de conhecimento sobre uma filosofia negra; ii) outros caminhos para a filosofia, mais ao “sul”; iii) reinvenções de percurso de pesquisa, pois, ora, o entrevistado tem se voltado à filosofia para a infância. E por quê? Porque Erês, Ibejis, Exu Mirim, o menino Kiriku dão o que filosofar, tanto quanto Pinóquio, Mickey Mouse, Riquinho Rico ou o Pateta, não é mesmo? Esta entrevista não serve apenas aos estudiosos de filosofia, aos pesquisadores de categorias como raça, etnicidade e justiça cognitiva. Serve aquelxs interessadxs em ensinar e aprender filosofias negras, com vistas a denegrir a Vida numa articulação proativa e biocêntrica em favor da Comunidade. Em uma palavra: Ubuntu! Palavras chave: Filosofia; Afrocentricidade; África. (shrink)
Nosso estudo retoma contribuições de Georges Bataille, Pierre Verger, Edgar Morin, Ronilda Iyakemi Ribeiro, Stefania Capone, Monique Augras com vistas a discutir Exu, deus nagô e dos terreiros de umbanda, ambíguo e paradoxal, macho e fêmea, sagrado e profano. Responsável pela ordem do universo tem caráter virulento, atrevido e sem vergonha. Vindo ao mundo com um porrete mágico, metonímia de seu falo ereto, choca o decoro, a moral e a cristandade. Constrange os proscritos e as normas, embaralha as dicotomias bem (...) marcadas do Ocidente. Rompe com os tabus e estabelece nova ordem, ação erótico-sagrada que remete à árvore da vida e ao gozo fértil de Exu. Quem incita à Vida é Exu, deus trickster a convidar: vem. Trabalharemos com textos de gêneros diversos, a saber, conto, poema, tela, fotografia para que deles salte um perigoso ambivalente como Madame Satã, Maria Navalha, Zé Pelintra, faces de Exu: travesti, travesso, erótico-sagrado, híbrido, cujas metamorfoses continuas plagiam a si mesmo, podendo até ser visto em calendário trans. (shrink)
Este ensaio coloca em questão os “usos da diversidade” em uma perspectiva pós-estruturalista. Para tanto, faz surgir um discurso agonístico e ambivalente dos estudos antropológicos de Clifford Geertz. Ali, dá-se a ver um saber e uma clivagem abertos à Filosofia e à Ética comprometidas com o poder decolonial. Palavras-chave: Diversidade; Antropologia; Pós-estruturalismo.
Este artigo destina-se a introduzir a conferência de Heisenberg "A doutrina goethiana e newtoniana das cores à luz da física moderna", proferida em 1941, cuja tradução é aqui publicada. Analisa-se primeiramente o projeto filosófico de uma ordenação da realidade, desenvolvido pelo físico no início da década de 1940, o qual subjaz à discussão sobre as doutrinas das cores em Goethe e Newton. No segundo momento, faz-se uma exposição de algumas das implicações filosóficas da teoria quântica, com ênfase na interpretação da (...) assim denominada escola de Copenhague. Por fim, procura-se mostrar como a querela entre Goethe e Newton é utilizada para defender as abstrações da física teórica dos ataques da assim denominada "física ariana" e, ao mesmo tempo, preservar o valor das considerações intuitivas de Goethe. This paper aims at exposing the Heisenberg's conference "The teachings of Goethe and Newton on colors in the light of modern physics", presented in 1941, whose translation is presented here. In the first place the paper analyzes the philosophical project of an ordination of the reality, developed by the physicist in the early 1940s and which is the basis for the discussion of the "Teachings of Goethe and Newton on colors". Secondly it exposes some philosophical implications of the quantum theory by emphasizing the point of view of the Copenhagen school. Finally, it shows how the dispute between Goethe and Newton is exploited to defend the abstractions of the theoretical physics against the attacks of the so called "German physicists" and, at the same time, to preserve the worth of the Goethe's intuitive analysis. (shrink)
O artigo busca discutir as concepções de ciência nos pensamentos tardios de Heidegger e Heisenberg. Ambos, o físico e o filósofo, sugerem que o mundo técnico-científico nos impõe a tarefa de repensar o posicionamento humano em meio às coisas, sustentando que tal tarefa não poderia ser executada apenas pelo ser humano, devendo antes ser guiada por uma instância mais original da verdade. Entretanto, enquanto Heisenberg acredita que a ciência pode alcançar aquilo que ele denomina de “ordem interna do mundo”, Heidegger, (...) ao contrário, toma a ciência como um pensamento não essencial, na medida em que ela não percebe a sua própria essência e passa ao largo da “verdade do ser”. O artigo encerra com a questão de saber se a desumanização da ciência sugerida por Heidegger e Heisenberg, a pesar da acuidade e profundidade de seus diagnósticos sobre o mundo tecnológico, não impediria um diálogo entre ciência e filosofia. (shrink)
The object of this paper is to look at the extent and nature of the uses of analogy during the ªrst century following the so-called scientiªc revolution. Using the research tool provided by JSTOR we systematically analyze the uses of “analog” and its cognates (analogies, analogous, etc.) in the Philosophical Transactions of the Royal Society of London for the period 1665–1780. In addition to giving the possibility of evaluating quantitatively the proportion of papers explicitly using analogies, this approach makes it (...) possible to go beyond the maybe idiosyncratic cases of Descartes, Kepler, Galileo, and other much studied giants of the so-called Scientiªc Revolution. As a result a classiªcation of types of uses is proposed. Relations between types of analogies and research ªelds are also established. In this paper we are less interested in discussing the “real nature” or “essence” or even the cognitive limitations of analogical thinking than in describing its various uses and different meanings as they changed over the course of a century. (shrink)
The prepositional calculiCn, 1 ⩽n ⩽ ω introduced by N.C.A. da Costa constitute special kinds of paraconsistent logics. A question which remained open for some time concerned whether it was possible to obtain a Lindenbaum's algebra forCn. C. Mortensen settled the problem, proving that no equivalence relation forCn. determines a non-trivial quotient algebra.The concept of da Costa algebra, which reflects most of the logical properties ofCn, as well as the concept of paraconsistent closure system, are introduced in this paper.We show (...) that every da Costa algebra is isomorphic with a paraconsistent algebra of sets, and that the closure system of all filters of a da Costa algebra is paraconsistent. (shrink)
This paper analyzes the problem of implication and attempts to characterize conditionals by a criterion of adequacy. A definition of implication based on the notion of limit of an infinite sequence is proposed.
O objetivo desse artigo é evidenciar que o realismo interno pode ser um arcabouço teórico capaz de garantir que haja objetividade nos contextos linguísticos que estruturam nossas inter-relações comunitárias. Isso é parte de um projeto que Putnam tem desenvolvido desde a metade da década de 1970 e que, se lograr êxito, poderá ajudar a solucionar, a uma só vez, os problemas suscitados pelo relativismo cultural e dar um encaminhamento programático no que se refere à viabilidade de compreensão da realidade social (...) e política em que está assentado o Ocidente, no que concerne à condição irreversível do pluralismo contemporâneo. Desse modo, nosso intuito será o de deixar evidenciado que é possível haver objetividade fundamentada em uma alternativa moderada do realismo que rejeita o realismo da metafísica tradicional e também as consequências mais comuns desse alijamento, qual seja, o relativismo cultural. (shrink)
We consider the problem of measurement using the Lindblad equation, which allows the introduction of time in the interaction between the measured system and the measurement apparatus. We use analytic results, valid for weak system-environment coupling, obtained for a two-level system in contact with a measurer (Markovian interaction) and a thermal bath (non-Markovian interaction), where the measured observable may or may not commute with the system-environment interaction. Analysing the behavior of the coherence, which tends to a value asymptotically close to (...) zero, we obtain an expression for the time of measurement which depends only on the system-measurer coupling, and which does not depend on whether the observable commutes with the system-bath interaction. The behavior of the coherences in the case of strong system-environment coupling, found numerically, indicates that an increase in this coupling decreases the measurement time, thus allowing our expression to be considered the upper limit for the duration of the process. (shrink)
(2012). Foreword. Journal of Applied Non-Classical Logics: Vol. 22, SPECIAL ISSUE 1: Uses of Non-Classical Logic: Foundational Issues; SPECIAL ISSUE 2: Formal Models of Norm Change, pp. 1-1. doi: 10.1080/11663081.2012.682433.
This paper proposes a critical reassessment of Kurt Gödel’s Incompleteness Theorems (1931) through the lens of Unending-Logical Actualism, a philosophical system developed by Alexandre de Castro Prado. While Gödelian logic demonstrates the existence of unprovable statements within finite formal systems, establishing an insurmountable limit for pure reason, Prado’s thesis contends that such incompleteness stems from a static and atemporal conception of logic. By introducing dynamic variables—such as the update operator (⊕), the free-will vector (α), and the notion of the (...) Productive Unknown (?) —it is demonstrated that what Gödel classifies as unprovable actually constitutes a processing latency within an open system. The article stratifies truth into three levels (Evident, Probable, and Possible) and presents the logical formalization that incompleteness is destroyed by the being's power of updating. It concludes that the universe is not a flawed or lacunar system, but an "Unending" structure, where knowledge is a continuous process of converting potency into act. Reality is rescued as an uninterrupted flow where Gödel’s uncertainty is transmuted into the hope of perpetual discovery, founding a new logic that integrates ethics, science, and presence. (shrink)
Universal logic is to logic what universal algebra is to algebra. It is not a specific system of logic that would apply to everything but a general theory of all existing and possible logics. This new field has been slowly emerging through the new directions of research in logic of the past decades and the name was coined 15 years ago. In the Spring of 2005 was organized in Montreux, Switzerland, the First World Congress on Universal Logic. This exciting event (...) gathered more than 200 people from about 40 different countries. Many famous logicians were present there, such as Dov Gabbay, Krister Segerberg, Saul Kripke, Michael Dunn, Jouko Väännänen. Most of the papers in this book arose from talks - and discussions that follow - presented during this event. They are concerned with philosophical and historical approaches discussing the basic concepts of logic and reflecting the meaning of a universal approach to logic, the development and elaboration of general tools in order to construct frameworks useful for studying classes of logics, applications of logics to concrete problems through the universal perspective. (shrink)
RESUMO A série Black Mirror, transmitida entre 2011 e 2023 pela Netflix, tornou-se um fenômeno de mídia e seus episódios mostraram formas de interação homem-máquina (terminologia também referida como humano-computador). O nome da série se refere ao fato de que, quando uma tela é desligada, ela se torna um espelho negro que reflete a imagem do usuário. Este artigo1 tem como objetivo analisar os efeitos da interação homem-máquina nas organizações produtivas apresentadas em Black Mirror. Esta pesquisa utilizou a análise do (...) discurso, principalmente a partir das contribuições de Mikhail Bakhtin. O método consistiu em três etapas que contaram com a colaboração de estudantes de graduação e pós-graduação em Engenharia de Produção, integrando ensino e pesquisa e desenvolvendo o senso crítico dos pesquisadores-iniciantes. Os resultados indicam que, nas organizações apresentadas na série Black Mirror, há uma transição do conceito de fatores humanos para fatores ciborgues, bem como o uso da interação homem-máquina para promover o controle social. (shrink)
A evidência textual primária confirma que Schopenhauer estava ciente da adoção generalizada do confinamento solitário no sistema penitenciário americano e alguns de seus efeitos prejudiciais. Ele entende sua perniciosidade no que diz respeito ao tédio, fenômeno pelo qual é conhecido por ter nele pensado e analisado extensivamente. Neste artigo, eu interpreto o relato de Schopenhauer sobre o tédio e sua relação com o confinamento solitário. Defendo Schopenhauer contra a objeção de que os casos de confinamento servem apenas para ilustrar a (...) inadequação geral de sua explicação do tédio como a falta de coisas para se querer. Esta defesa chega à conclusão de que, ao contrário, alguém pode muito bem sofrer da falta de coisas para querer como resultado direto de estar confinado; e que o tédio, entendido como a privação de vontade — fenômeno que sugiro poder ser chamado de privação conativa — faz uma contribuição esclarecedora para a nossa compreensão teórica da nocividade do confinamento solitário. (shrink)
Este trabalho apresenta uma introdução sobre o conceito de democracia e liberalismo em Bobbio e Arendt, como uma forma de relacionar e diferenciar os autores, apresentando as compreensões e discutindo os conceitos como espectro da ação participativa e representativa. Assim, apresentam-se os conceitos e uma reflexão sobre o liberalismo como expressão democrática. Dessa forma, o objetivo do estudo é refletir sobre a democracia em Arendt e Bobbio. Constitui-se o trabalho como revisão bibliográfica da filosofia política dos autores, como forma de (...) construir uma introdução entre os dois autores com ideias díspares e relevantes para a discussão da democracia na atualidade. (shrink)
A evidência textual primária confirma que Schopenhauer estava ciente da adoção generalizada do confinamento solitário no sistema penitenciário americano e alguns de seus efeitos prejudiciais. Ele entende sua perniciosidade no que diz respeito ao tédio, fenômeno pelo qual é conhecido por ter nele pensado e analisado extensivamente. Neste artigo, eu interpreto o relato de Schopenhauer sobre o tédio e sua relação com o confinamento solitário. Defendo Schopenhauer contra a objeção de que os casos de confinamento servem apenas para ilustrar a (...) inadequação geral de sua explicação do tédio como a falta de coisas para se querer. Esta defesa chega à conclusão de que, ao contrário, alguém pode muito bem sofrer da falta de coisas para querer como resultado direto de estar confinado; e que o tédio, entendido como a privação de vontade — fenômeno que sugiro poder ser chamado de privação conativa — faz uma contribuição esclarecedora para a nossa compreensão teórica da nocividade do confinamento solitário. (shrink)
O artigo discute o fenômeno religioso em seu sentido difuso na sociedade contemporânea, levando-se em conta elementos socioculturais, históricos e, acima de tudo, filosóficos. Tal fenômeno vem interpretado ante ao paradoxo da sociedade secularizada e a presença constante da religião para além da esfera privada. Os intérpretes aqui elencados na discussão são pertencentes a tradição continental: Luc Ferry e Gianni Vattimo. O primeiro destaca-se a ideia de uma ‘transcendência na imanência’ que se vincula a proposta de um ‘humanismo secular’. No (...) segundo, a leitura propositiva do fenômeno religioso implica a crítica dos dogmas institucionais em favor da historicidade da condição humana e a prática da caridade. (shrink)
BackgroundRespect for autonomy is a key concept in contemporary bioethics and end-of-life ethics in particular. Despite this status, an individualistic interpretation of autonomy is being challenged from the perspective of different theoretical traditions. Many authors claim that the principle of respect for autonomy needs to be reconceptualised starting from a relational viewpoint. Along these lines, the notion of relational autonomy is attracting increasing attention in medical ethics. Yet, others argue that relational autonomy needs further clarification in order to be adequately (...) operationalised for medical practice. To this end, we examined the meaning, foundations, and uses of relational autonomy in the specific literature of end-of-life care ethics.MethodsUsing PRESS and PRISMA procedures, we conducted a systematic review of argument-based ethics publications in 8 major databases of biomedical, philosophy, and theology literature that focused on relational autonomy in end-of-life care. Full articles were screened. All included articles were critically appraised, and a synthesis was produced.ResultsFifty publications met our inclusion criteria. Twenty-eight articles were published in the last 5 years; publications were originating from 18 different countries. Results are organized according to: (a) an individualistic interpretation of autonomy; (b) critiques of this individualistic interpretation of autonomy; (c) relational autonomy as theoretically conceptualised; (d) relational autonomy as applied to clinical practice and moral judgment in end-of-life situations.ConclusionsThree main conclusions were reached. First, literature on relational autonomy tends to be more a ‘reaction against’ an individualistic interpretation of autonomy rather than be a positive concept itself. Dichotomic thinking can be overcome by a deeper development of the philosophical foundations of autonomy. Second, relational autonomy is a rich and complex concept, formulated in complementary ways from different philosophical sources. New dialogue among traditionally divergent standpoints will clarify the meaning. Third, our analysis stresses the need for dialogical developments in decision making in end-of-life situations. Integration of these three elements will likely lead to a clearer conceptualisation of relational autonomy in end-of-life care ethics. This should in turn lead to better decision-making in real-life situations. (shrink)